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Chapter 1, O início
- written 18th Sep 2007 by Castro
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Como tudo começou...
Tags : crime
Jennifer corria desesperadamente. A noite, a pequena cidade de Corupá, localizada em Santa Catarina, parecia deserta. Isso, devido aos relatos que corriam de que um assassino estava à solta. No começo, tudo não passara de uma brincadeira. Entretanto, face aos acontecimentos, nada mais era de se duvidar.
A iniciativa partira de um grupo de jovens entediados, que não encontrando diversão, resolveram inventar uma história para se distrair.
A idéia até que foi "divertida" no começo, quando a turma resolveu colocar em prática, e dar um susto na menina mais chata da Escola.
Já passava da meia-noite, e os amigos estavam reunido no antigo celeiro, como de costume às sextas-feiras, quandoMarcos, o "Cabelu", assim chamado pelos seus longos cabelos, foi quem sugeriu:
- Por que não damos um susto na Jennifer?
Antônio, o "Ant", talvez o único que tivesse algum juízo por ali, de cara, contestou:
- Sei não, talvez não seja uma boa idéia... Poderíamos ficar encrencados.
- Qual é, Ant... O que você vai contar para os seus netos? Era a voz de Leonardo, que sempre usava do mesmo argumento para convencer o amigo.
- Tá bom... Ant sempre concordava no final.
Decididos a pregar a peça, faltava acertar os detalhes.
A iniciativa partira de um grupo de jovens entediados, que não encontrando diversão, resolveram inventar uma história para se distrair.
A idéia até que foi "divertida" no começo, quando a turma resolveu colocar em prática, e dar um susto na menina mais chata da Escola.
Já passava da meia-noite, e os amigos estavam reunido no antigo celeiro, como de costume às sextas-feiras, quandoMarcos, o "Cabelu", assim chamado pelos seus longos cabelos, foi quem sugeriu:
- Por que não damos um susto na Jennifer?
Antônio, o "Ant", talvez o único que tivesse algum juízo por ali, de cara, contestou:
- Sei não, talvez não seja uma boa idéia... Poderíamos ficar encrencados.
- Qual é, Ant... O que você vai contar para os seus netos? Era a voz de Leonardo, que sempre usava do mesmo argumento para convencer o amigo.
- Tá bom... Ant sempre concordava no final.
Decididos a pregar a peça, faltava acertar os detalhes.
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